domingo, 8 de junho de 2014

[Resenha] A Caçada

Autor: Clive Cussler
Editora: Novo Conceito
Páginas: 383

Sinopse: Por décadas, Clive Cussler vem deleitando leitores com romances repletos de suspense, ação e pura audácia. Agora, ele faz isso novamente, em um dos mais loucos e estimulantes thrillers de época dos últimos anos. O governo norte-americano contrata a renomada Agência de Detetives Van Dorn e seu agente igualmente renomado, Isaac Bell, para capturar um lendário ladrão de bancos conhecido como Assaltante Açougueiro.

Este assassinara homens, mulheres e crianças, sem deixar nenhuma pista nem testemunhas. O detetive Bell lidera a busca e finalmente descobre a verdadeira identidade do Assaltante Açougueiro. E nesse momento inicia-se a verdadeira caçada.

Com um enredo intrincado, dois vilões extraordinários e a assinatura de Cussler em reviravoltas surpreendentes, A Caçada é o trabalho de um mestre no auge de seu talento.

Roubos e assassinatos estão acontecendo em alguns bancos. Quem é o responsável por isso? Um mistério. Tudo que se sabe é que, o mesmo, mata sem nenhum remorso, sem deixar nenhuma testemunha, não importa se for homem, mulher ou criança, por isso, ninguém sabe ao certo, quem ou como é o "Assaltante Açougueiro".

Isaac Bell, é o melhor detetive da agência de detetives Van Dorn, e sua missão é coletar qual quer pista, mesmo que mínima sobre o assaltante. Seu dever é pensar como os criminosos, e ele vai até o fim, custe o que custar, enfrentando grandes desafios, e mesmo correndo perigo de vida, ele não deixará esse mistério ficar sem solução, então, irá caçar o bandido até o fim.

A Caçada, de Clive Cussler, é mais uma trama policial, estou gostando do gênero, e é um livro relativamente bom. A história se passa nos anos de 1900, então, nada de recursos como câmeras e celulares, o que resta de recurso à eles são os telégrafos como meio de comunicação, e as ferrovias como meio de transporte para longas viagens, então a história se passa basicamente nesse cenário, que é até divertido.

A história em si, é muito interessante, mas é um daqueles livros que você lê, e presume o que vai acontecer e acerta, tipo novela, e isso, na minha opinião, é chato, não gosto de presumir, eu quero ter surpresas, e isso não aconteceu, só em algumas partes, o que fez com que eu me apegasse mais ao vilão, do que ao mocinho. Eu fiquei o livro inteiro querendo que o bandido se desse bem, ele é muito inteligente, e faz tudo tomando muito cuidado, até com os mínimos detalhes. Ele é o tipo de vilão que você respeita pelo que é, tipo Lord Voldemort, mas isso varia de pessoa pra pessoa.

Isaac Bell, também é muito inteligente, e é uma batalha de "crânios". É realmente bom o livro, mas não ótimo, não me chamou tanta atenção, tem muita parte cansativa, mas isso não desmerece a inteligência do autor e da história, só esperava um pouco mais, acho que eu estava com tanta expectativas  com o livro, que acabei me decepcionando um pouco.

Em quanto a capa do livro, só posso dar mil elogios, muito bonita, me chamou muita atenção, Novo Conceito tá de parabéns. As cenas de ação, também merecem todos os elogios, Clive Cussler se mostrou um ótimo narrador nesse ponto, na minha opinião. Pretendo ler mais livros do autor. O título caiu perfeitamente bem para a história, é uma verdadeira caçada do detetive Bell ao notável Assassino Açougueiro. Os personagens também são muito bons. Se o certo é ter como personagem favorito o Isaac Bell, que foi o que eu vi em todos as resenhas que eu li do livro, comigo foi o contrário, meu personagem favorito é o bandido.

Por fim, o livro é bom, mas poderia ser melhor. Fiquei curiosa em algumas partes, em outras não, então, o que vai tirar pontos do livro é o fato dele ser presumível, apenas isso, em geral a história é inteligente.

Nota: 8/10

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Explicações e Novidades

  Oi gente, como vocês estão? 
  O post de hoje é pra colocar tudo em ordem por aqui e apresentar pra vocês nossas novidades. Primeiramente recebam nosso pedido de desculpas pela confusão e pelo sumiço, mas como vocês já sabem estamos em uma luta diária com estudos e cursos. Tentaremos manter tudo em ordem a partir de agora.
   
  Bom, agora vamos a parte boa: novidades. 


 1) Entrevistas: Decidimos que agora nossa coluna de entrevistas não será só com blogueiros mais, vamos entrevistar nossos leitores também. Quer participar? Clique aqui.

2) Tag ao contrário: nossa nova coluna. Consiste em uma vez por mês uma formular perguntas para a outra e assim respondemos e postamos.

3) O que lemos:  Trocamos as metas por ''O que lemos''. Agora vocês só saberão o que andamos lendo no final do mês. 

  Por enquanto as mudanças consistem nisso. Assim que surgirem novas ideias vamos contando pra vocês. Se tiverem algo que possa nos ajudar, não deixem de entrar em contato! Estamos esperando. Beijos e até a próxima...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

[Resenha] O menino do pijama listrado

Autor: John Boyne
Editora: Cia das Letras
Páginas: 186
Sinopse: Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

   O livro se passa nos campos de concentração da Polônia durante a 2ª guerra mundial e conta a história de Bruno, filho de um comandante nazista, e Shmuel, um garoto judeu. Bruno é o filho mais novo e sua irmã, Gretel, vive implicando com o menino. Certo dia Bruno chega na sua casa, em Berlim, e encontra a criada empacotando suas coisas, ao interrogar a mãe sobre aquilo descobre que seu pai foi promovido e eles terão que deixar sua confortável casa. No início Bruno é totalmente contra essa mudança, e deixa a Alemanha revoltado. Na inocência da infância, ele não faz a mínima ideia do que anda acontecendo no mundo e nem o caos causado contra os judeus. 
   Da janela do seu novo quarto, o menino consegue enxergar os campos de concentração mas não entende o que são. Entendiado, o menino resolve explorar os arredores e acaba encontrando do outro lado da cerca um novo amigo, o judeu Shmuel. Eles logo se tornam amigos e parecem não entender os perigos que cercam essa amizade. 
    
   Eu vi o filme antes de ler o livro, então já sabia o final e já havia chorado horrores (hahaha). Mas eu sempre quis muito ler esse livro e apesar do final dos dois destoar um pouquinho, eu amei. Retrata muito bem os horrores da grande guerra e todo o ambiente obscuro. 
   É um livro cercado de amizade verdadeira e a doce inocência da infância. É muito bem escrito e com uma capa que fala por si mesma. 
    Vejam o trailler: